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  • A coleta de dados para

    2019-04-16

    A coleta de dados para pesquisa ocorreu com diversas técnicas. In-vestigações em endereços eletrônicos, jornais, revistas, livros, artigos. En trevistas pessoalmente, por telefone e emails. Os autores também mantiveram contato via correspondências com todas as organizações relacionadas no Quadro 1 e seus respectivos hospitais. Destes, foram estabelecidos alguns retornos por correspondência, por telefonemas e outros por emails. As principais fontes de informações advêm dos endereços ele-trônicos. Parte significativa das oss dispõe de sites onde procuram prestar informações e ostentar seus feitos. O estudo foi realizado na perspectiva da sociologia econômica, uma forma díspar de analisar beta amyloid economia. Além de observar o mercado, a sociologia econômica deve —e pode— se interessar por todas as formas de produção, consumo, distribuição e transferência de capitais. Neste ponto de vista na pesquisa, as observações são direcionadas aos hospitais gerenciados por organizações sociais. Eles formam, ao final, o lócus de um embate de relações de interesses específicos entre atores de um espaço - utilizando-se do conceito de “campo” de Pierre Bourdieu. Têm-se, neste espaço, os quatros indicativos do conceito de campo: interesses específicos, leis e regras de funcionamento, estrutura de luta, interesses comuns. Para entendermos como funciona o hospital gerenciado por uma oss, sua supervisão, gestão e força de trabalho, precisamos compreender como ocorreu o processo de estruturação, as forças atuantes, quem são os agentes envolvidos, entre outros. As transformações ocorridas com a lei das os indicam um processo de construção social do que seria um ‘novo’ espaço, e assim, ‘novas’ justificativas. Uma das caracterizações do capitalismo, para Boltanski e Chiapello, é a exigência de acumulação do capital, por meios formais e pacíficos, e o repor em jogo no círculo econômico com o objetivo de extrair lucro, dessa forma repetidamente. Para que a acumulação capitalista ocorra, conforme os autores, mesmo que em graus desiguais de acordo com o caminho do lucro pelo qual se segue, exigemse a mobilização de inúmeras pessoas em que as chances de lucro são desiguais. Contudo, a Homologs cada uma é atribuída uma responsabilidade ínfima no processo global. É necessário que os indivíduos acreditem e que estejam engajados no processo. Insere-se no estudo o desenho da intermediação. Podemos encontrá-la representada em publicações como de Donadone e Guimarães. Guimarães demonstra em seus estudos o papel do terceiro elemento na relação de força em que estariam o contratante e o contratado no mercado de trabalho, que segundo a autora, se distribuem por várias linhas de tensão que podem ser mais bem representadas como convergindo para as extremidades da figura de um triângulo. Seria a intermediação quem “forja a dinâmica de um ‘novo’ mercado que se constitui no interior do próprio mercado de trabalho - o ‘mercado de intermediação das oportunidades de trabalho’”. O papel de intermediação também é respaldado por estudos realizados por Donadone sobre as consultorias e o crescimento do setor. O papel intermediário do consultor na implantação de mudanças organizacionais foi gerado pelas reestruturações empresariais, onde a gerencia burocrática passou a ser substituída pela ação em formato matricial das grandes consultorias ou mesmo por ‘projetos’ de consultorias acadêmicas. Com suporte no esboço citado, a sequência desta pesquisa oferece uma sinopse das temáticas centrais envolvidas no estudo das Organizações Sociais.
    Reconhecimento da dinâmica do estado e suas transformações O movimento de privatização alcançou notoriedade mundial com os governantes inglês e norte-americano na década de 80, usado como estratégia para alcançar as metas de melhorar o setor público, controlar e diminuir gastos e desregulamentar a economia daqueles países. Santos tipifica a privatização como a preocupação revelada do Estado em adaptarse à modernidade, à gestão eficiente de atividades diante do fenômeno da globalização econômica. Com a privatização, a expectativa era liberar o governo de atuar em determinadas áreas e a captação de recursos para investimentos em áreas fundamentais como saúde e educação.